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Blog criado e idealizado por Amanda Rocha, Carolina Ducatti e Priscilla Ramila, coloca em questão o assunto: EDUCAÇÃO INCLUSIVA.

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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Projeto de Trabalho


“A BORBOLETA”

"Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses"
Ruben Alves

Elaborado por:
Amanda Rocha
Carolina Ducatti
Herbert Pianezolla
Priscilla Ramila
Roberto Lopez


Tema: A Borboleta
Turma: 1º ano

Justificativa:
• Este projeto visa estabelecer relações causais de maneira globalizada, colaborar para a compreensão do mundo e suas transformações, situando a criança como indivíduo participativo e parte integrante do meio ambiente. Neste contexto, ampliar as possibilidades de trabalhar o lúdico, a independência e autonomia da criança no desenvolvimento de suas habilidades sócio-afetivas, cognitivas e psicomotoras. A metamorfose e transformação da lagarta vãos estimular a capacidade de relacionar elementos diferentes do cotidiano e suas interações com a natureza. Vai oportunizar atividades que permitam a criança colocar-se no lugar do outro, identificar e enfrentar situações de conflito, utilizando seus recursos pessoais, respeitando as outras crianças a adultos e exigindo reciprocidade. Permitirá pensar a realidade a partir de diferentes pontos de vista. Valorizar ações de cooperação e solidariedade, desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração, compartilhando suas vivências.

Objetivo Geral:
• Compreender as transformações que acontecem com a natureza, identificando-se como um ser pertencente a ela e sabendo que também viverá mudanças transformações. Conhecendo tais processos poderá analisar seu próprio desenvolvimento, assim como do mundo ao seu redor, e refletir sobre ele.

Objetivos Específicos:
• Analisar o processo de metamorfose da borboleta, enumerando cada mudança deste processo;
• Contrastar a transformação da borboleta com as mudanças dos seres humanos e substâncias;
• Instigar a busca pelo conhecimento;
• Reconhecer as diferenças de antes e depois nos processos de transformação (reversibilidade);
• Explicar como as mudanças acontecem;
• Desenvolvimento da leitura e escrita;
• Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações;

Conteúdos Conceituais:
• Metamorfose e as transformações;
• Diferenças e igualdades;
• Processo de pesquisa

Conteúdos Procedimentais:
• Preservar a vida das borboletas do borboletário, assim como a própria vida e de todos que nos cercam;
• Analisar de forma crítica situações vividas em aula;
• Relatar as experiências e conhecimentos construídos;
• Confeccionar com sucata brinquedos e recursos de aprendizagem;
• Combinar/misturar diferentes substâncias e observar os resultados;

Conteúdos Atitudinais:
• Desenvolver respeito e tolerância para com as contribuições e os aprendizados de cada um no grupo;
• Conhecer, compreender o sentido, propor, discutir e respeitar as diferentes formas de pensar e hipóteses dos colegas;
• Construir conhecimentos sobre o mundo compartilhando saberes e descobertas, expressando suas idéias e posições, ouvindo os colegas e ampliando seus interesses;
• Perceber as diferentes formas de comunicação do pensamento e a importância da qualidade de suas representações nas diferentes linguagens - plástica, textual (oral ou escrita) e matemática - buscando compreender e aproximar-se das formas socialmente convencionadas.

Situações Didáticas:
• Saída de campo com coleta consciente: observar e investigar a natureza;
• Relatório da saída de campo: produção textual coletiva;
• Contação da história da “Borboleta Azul”;
• Roda de conversas;
• Ateliês ou oficinas de desenho, pintura, modelagem e música;
• Construção de um borboletário;
• Pesquisa sobre a alimentação da lagarta e manutenção do borboletário;
• Apresentação de vídeos da metamorfose;
• Culinária: transformar diferentes elementos em um alimento;
• Germinação: plantando feijão
• Construção de glossário de palavras;

Avaliação:
• Os alunos serão avaliados através da observação diária, participação em atividades e elaboração de trabalhos.

Resolução 2/2001 e observação na escola

Disciplina: Prática Pedagógica III: Educação Inclusiva
Professora: Nara Nehme


Com base na Resolução n°2 /2001, institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, existindo diversos artigos importantes como o Parágrafo Único do Art. 1° aqueles alunos que apresentam necessidades educacionais especiais terão atendimento escolar no início na educação infantil.O Parágrafo único do Art.2° assegura condições necessárias para uma educação de qualidade para todos, e os sistemas de ensino devem conhecer a demanda real de atendimento a alunos com necessidades educacionais especiais possibilitando a matrícula a todos os alunos.No Parágrafo Único do Art. 3°, entende-se um processo educacional definido por uma proposta pedagógica, de modo a garantir a educação escolar e promover o funcionamento de setores responsáveis pela educação especial.Durante a observação feita na instituição de ensino particular, observamos, eu e meu colega Herbert, uma turma onde encontra-se uma aluna com Síndrome de Down, com 10 anos de idade e que está no nível pré-silábico, repetindo o 1° ano.A menina permaneceu com a mesma professora devido ao vínculo afetivo, visando obter resultados melhores em seu processo educativo. Nesta escola a aluna frequenta um apoio pedagógico que atende os alunos no turno inverso ao de suas aulas, desenvolvendo atividades no ritmo de cada um dos participantes, visando suprir suas necessidades educativas.É preciso existir o atendimento escolar a partir da educação infantil com a interação da família, a comunidade e professores especializados cada vez mais. Precisamos de uma educação de qualidade para obter bons rendimentos e assim estar sempre a disposição de todos os alunos.Quanto a aluna da instituição, se tivesse um professor assistente para poder intervir e fazer a abordagem correta no horário de aula, poderia dar ao apoio pedagógico uma característica de desenvolver ainda mais as habilidades da aluna, ao invés de simplesmente servir para recuperar o tempo perdido.

Fonte: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CEB0201.pdf

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Jogo em LIBRAS

Elaboramos na disciplina de LIBRAS um jogo que utiliza imagens e a lingua de sinais brasileira. Ao aprender LIBRAS é importante saber identificar/fazer a leitura das imagens, expressões e configurações de mãos. E utilizar um jogo que pratica esta leitura pode facilitar o aprendizado. Conforme Vygotsky (1998, p. 137), “a essência do brinquedo é a criação de uma nova relação entre o campo do significado e o campo da percepção visual, ou seja, entre situações no pensamento e situações reais”.




Jogo da Mamória Triplo


O jogo se desenvolve como um jogo da memória, mas nele devemos relacionar três peças: as imagens de expressões, os sinais e a palavra escrita com o alfabeto de LIBRAS.

Na figura 1 temos as palavras escritas com o alfabeto de LIBRAS, representados pela cor verde no verso.







Na figura 2 temos os sinais que representam as palavras, no caso deste jogo, utilizamos sentimentos. Estas peças são representadas pela cor azul no verso.










Na figura 3 temos as expressões, representadas pela cor rosa no verso.









Como em um jogo da memória, todas as peças ficam viradas com as figuras para baixo. Os jogadores, cada um por sua vez e respeitando as regras do jogo, tentarão encontrar o trio de peças correspondentes, por exemplo: Uma expressão sorrindo - o sinais de "feliz" - a palavra "feliz" escrita com o alfabeto de LIBRAS.

Jogo de elaborado e confeccionado por: Amanda Rocha, Carolina Ducatti e Herbert Pianezolla.